Um pouco de Teoria Quântica

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Mas afinal, o que é essa tal de teoria quântica, ou física quântica, ou mecânica quântica?
Entre os seus estudiosos está o seu descobridor, em 1900, Max Planck. Depois vieram Rutherford, Bohr, Einstein e outros cientistas antigos e modernos.
Mas talvez tivéssemos que recuar até os filósofos gregos Leucipo e Demócrito de Abdera, por terem sido os pais da teoria atômica, a partir da qual, no início do século XIX, com Max Planck e seus colegas, surgiu a teoria quântica.
Segundo Leucipo e Demócrito, a matéria pode ser dividida até chegarmos a uma porção indivisível chamada Átomo, embora mais tarde tenham descoberto que o átomo não é a menor partícula da matéria e que continua se subdividindo em uma variedade de partículas sub-atômicas de energia, hoje em torno de duzentas além dos nêutrons e elétrons, algumas das quais com suas denominações usadas para designar os números quânticos.
A teoria quântica é o que os estudiosos resolveram chamar de a teoria das possibilidades, de todas as possibilidades, e para isto toma por base ou ponto de partida o estudo das partículas sub-atômicas, como prótons, elétrons, mésons, fótons, nêutrons, etc, em seus movimentos e órbitas dentro e fora dos seres animados ou inanimados visíveis (pedra, árvore) ou invisíveis (vento, eletricidade), com cujas energias nos relacionamos na natureza.
Dizem que a teoria quântica , como teoria das possibilidades, está por trás de tudo, e explica tudo o que acontece em nosso cérebro e fora dele, desde o que pensamos, imaginamos, vemos, sentimos e executamos. Ela explica também de onde viemos, onde estamos, o que fazemos aqui e para onde vamos, e como podemos desenvolver certas faculdades, uma vez que o cérebro humano teria a capacidade de processar 400 bilhões de bits de informações por segundo e normalmente processa apenas 2.000.
Ela também nos permite viajar no tempo, mentalmente e sensorialmente, para o futuro e para o passado, e encontrar a resposta para uma série de perguntas sobre questões que para nós ainda permanecem como mistérios, entre as quais as perguntas mencionadas acima: de onde viemos, onde estamos e para onde vamos. E também se enxergamos com os nossos olhos ou com o nosso cérebro.
A propósito, dizem que os indígenas americanos não enxergavam as caravelas de Colombo e de Cabral porque o cérebro deles ainda não havia registrado a imagem de um navio e levaram algum tempo para que o seu cérebro se acostumasse com a idéia e então pudessem visualizar suas imagens com os olhos.
Esse mesmo fato remonta há quase dois mil anos, à filosofia e à cultura gregas e à tese de Platão que dizia exatamente isso: que para reconhecermos alguma coisa é necessário tê-la visto anteriormente, nesta ou em outra vida, e sua imagem ter ficado gravada em nossa memória espiritual.

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