O Doutor e Comandante Che Guevara

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Hoje é o aniversário da morte, na Bolívia, em 9 de outubro de 1967, do médico e idealista revolucionário argentino Ernesto (Che) Guevara, que se embrenhou nas selvas sul-americanas para salvar vidas e cuidar de leprosos e mais tarde para enfrentar e combater os inimigos da liberdade dos povos, pois ele, depois da exploração e da miséria que viu durante as suas andanças pelo continente, revoltou-se contra tudo isso e passou a preconizar uma reforma social mundial.
Che lutou contra o imperialismo por puro idealismo e foi morto por ele, nas selvas da Bolívia. Mas tudo o que fez foi bem feito, desde a sua rebeldia contra o sistema estabelecido, seu encontro com Fidel no México e o planejamento que fizeram de retomar a ilha de Cuba, libertando-a da sanha do imperialismo americano e do seu ditador Fulgêncio Batista.
Não foi um mercenário sanguinário nem um bandido, como querem fazer crer aqueles que mais de quarenta anos depois de sua morte continuam tripudiando sobre seu cadáver. Analisem, os que o odeiam e atacam, suas próprias vidas, suas consciências e suas condutas pelo que fizeram, têm feito ou deixaram de fazer, reflitam bem, e depois, se tiverem vergonha na cara, digam se alguém está em condições de condenar o Che e seus camaradas.
Che, em sua trajetória, foi honesto com seus princípios de justiça, liberdade e igualdade, e conseguiu ser lembrado e reverenciado mundialmente como herói, considerado pela revista americana Times uma das 100 personalidades mais importantes do século.
Mesmo assim, ainda existem aqueles que o atacam, post-mortem, através de livros, palestras, crônicas e artigos, na tentativa de desvirtuar a sua memória e a sua imagem perante o mundo. Entretanto, tudo o que foi dito ou escrito nos últimos 30 ou 40 anos sobre sua pessoa, apenas comprova que ele, mesmo depois de morto, continua incomodando seus inimigos e sendo uma figura muito importante a ser julgada pela história.
No filme La Ciudad Perdida, que recomendo por sua beleza musical e paisagística do Caribe, interpretado pelo ator Jsu Garcia no papel do Che, sua personalidade foi bem retratada, ainda que tenha aparecido apenas uma ou duas vezes em cena, na conversa com Federico Fellove (Andy Garcia, ator principal e diretor do filme) e mais tarde, durante um encontro festivo com embaixadores e líderes revolucionários.

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