Museu Invisivel

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No especial de aniversário de Curitiba, no informe publicitário publicado em Veja, de março de 2017, diz que ´pela ruas da cidade há atrações surpreendentes que, muitas vezes, passam despercebidas aos olhos do curitibano´. E vale a pena reproduzir aqui estas curiosidades:

A matéria começa dizendo que ´a velocidade dita o tom nas ruas de Curitiba, e muito do que a cidade oferece permanece invisível aos olhares menos atentos ou mais apressados.´

MUSEU INVISÍVEL

É assim que o historiador Renato Carneiro Junior, diretor do Museu Paranaense e da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, qualifica uma das instituições culturais mais antigas do estado, prestes a completar 141 anos de vida; em setembro de 2017. Para ele, alguns fatos comprovam o esquecimento do Museu Paranaense por parte da população da cidade. “Não há nas ruas uma única placa que indique esse museu. Existe apenas uma em frente ao próprio, mas que se esconde entre as barracas da feira de artesanato que acontece aos domingos. Ele também é ignorado pela rota de ônibus de turismo, que em momento algum anunciam sua existência”, lamenta. E um paradoxo: na mesma rua, um pouco mais adiante, a Mesquita de Curitiba conta com ao menos seis placas de identificação, que facilitam sua localização desde a Rodoferroviária de Curitiba.

O Museu Paranaense nasceu discreto, em 25 de setembro de 1878, no Largo da Fronte (hoje a Praça Zacarias), com um acervo inicial de apenas 600 peças. Desde sua fundação, ocupou seis sedes, até fixar-se, em 2002, no Palácio São Francisco. Hoje conta com um valiosíssimo acervo de aproximadamente 400 mil itens divididos em diferentes reservas técnicas, entre objetos de uso pessoal, mobiliário, armas, uniformes, indumentárias, documentos, mapas, fotos, discos, filmes, moedas, medalhas, porcelanas, pinturas, esculturas e muito mais. Há também um grande acervo arqueológico, duas áreas nas quais são desenvolvidos estudos pelo museu.

O museu já recebeu três grandes acervos: um do naturalista tcheco Wladimir Kozák (pinturas, aquarelas, fotografias, filmes e documentos que retratam os índios do Paraná e do Brasil); outro do Banco do Banestado; e um terceiro adquirido pelo Governo do Paraná, pertencente ao extinto Museu Coronel David Carneiro, com mais de 5 mil itens (especialmente pelas de mobiliário, obras de arte, livros, documentos, numismática, ferramentas, utensílios, porcelanas, indumentárias e armaria relacionada aos conflitos militares paranaenses).

Uma verdadeira aula de história, o Museu Paranaense também encanta pela instalações. Apesar de contar com um anexo moderno, é na casa principal que o encantamento acontece. Com algumas instalações originais em cada detalhe, no melhor estilo “casa de vó”, ele é uma verdadeira e inestimável viagem no tempo.

>> Museu Paranaense
Rua Kellers, 289, no Centro Histórico de Curitiba

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